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Nunca Consigo Recusar

João Borsch
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Durmo em prejuízo
Acordo sempre impecável
Não me orgulho de tudo o que fiz
Não me arrependo de nada
Nada a dizer e toda, toda uma noite p'ra o contar
Se eu morrer, já sabes onde me encontrar

(Uma) para ser bom amigo
(Duas) para o circo começar
(Nunca) consigo recusar

(Uma) dor de cabeça
(Pouca) pachorra e pressa para bazar
(Nunca) consigo recusar

No sarau não faltam
Ostras, trufas, marfim
Servem chá de alecrim nas pratas
Chucha em ceda e cetim
Passas, mortalhas, chantilly com morangos, caviar
Se eu morrer, já sabes onde me encontrar

(Uma) para ser bom amigo
(Duas) para o circo começar
(Nunca) consigo recusar

(Uma) dor de cabeça
(Pouca) pachorra e pressa para bazar
(Nunca) consigo recusar

Vejamos
Se é o meu veneno a te sossegar
Oh bota abaixo, estou só a começar
Se temos contrato, há que celebrar

Que remédio
Hás de voltar para a desforra
Hás de voltar para a desforra

(Uma) e eu ressuscito
(Duas) fico infinito a dobrar
(Nunca) consigo recusar

(Uma) dor de cabeça
(Pouca) paciência para a rotina sã
(Volta) ao início amanhã

Uma pela minha alma
Duas e eu mordo a cauda
Eu nunca consigo recusar

Nunca consigo recusar

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