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Cajuína

Cibelle
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Existirmos, a que será que se destina
Pois quando tu me deste a rosa pequenina
Vi que és um homem lindo e que se acaso a sina
Do menino infeliz se nos ilumina

Tampouco turva-se a lágrima nordestina
Apenas a matéria vida era tão fina
E éramos olharmos na intacta retina
Da cajuína cristalina em Teresina

Hm-hum-hum-hmm-hum
Hmm-hum-hmm-hmm-hum
Hm-hum-hum-hmm-hum
Hmm-hum-hum-hmm
Hm-hum-hum-hmm
Hum-hum-hum-hmm-hmm
Hmm-hmm-hmm

Existirmos, a que será que se destina
Pois quando tu me deste a rosa pequenina
Vi que és um homem lindo e que se acaso a sina
Do menino infeliz se nos ilumina

Tampouco turva-se a lágrima nordestina
Apenas a matéria vida era tão fina
E éramos olharmos na intacta retina
Da cajuína cristalina em Teresina

Hm-hum-hum-hmm-hum
Hmm cajuína
Hm-hum-hum-hmm-hum-hmm
Hum-hum-hum-hmm
Hum

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