Quando me perco
Busco um abrigo
Ou um teto que não tolha os meus sentidos
E se o teu céu, por ser maior cobrir o pranto?
Eu vou
Quando me perco
Sigo uma estrela
Que não brilha igual em todo o firmamento
E se cair pra lá das ilhas encantadas?
Eu vou
Se o teu nome não fosse o do pecado
Ou da bênção que o céu hoje me deu
Nem por montes, nem por mares
Onde o sol nunca nasceu
Perderia o rasto de um sorriso teu
Se o teu nome não fosse o do pecado
Ou da bênção que o céu hoje me deu
Nem por montes, nem por mares
Onde o sol nunca nasceu
Perderia o rasto de um sorriso teu
Quando me perco
Sigo uma voz
Que me chama bem do fundo das certezas
Mesmo que chegue como um canto de sereia
Eu vou
Quando me perco ou se me encontro
Ou se me der pra ser banal, tal como agora
Tudo não passa da vontade de dizer
Eu estou
Se o teu nome não fosse o do pecado
Ou da bênção que o céu hoje me deu
Nem por montes, nem por mares
Onde o sol nunca nasceu
Perderia o rasto de um sorriso teu
Se o teu nome não fosse o do pecado
Ou da bênção que o céu hoje me deu
Nem por montes, nem por mares
Onde o sol nunca nasceu
Perderia o rasto de um sorriso teu
Se o teu nome não fosse o do pecado
Ou da bênção que o céu hoje me deu
Nem por montes, nem por mares
Onde o sol nunca nasceu
Perderia o rasto de um sorriso teu
Perderia o rasto de um
Sorriso teu
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