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A barca

Amor Electro
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Os caminhos que desci
Para perceber o que perdi
Não, nunca se me fecharam
Sem receber o meu perdão
Volto à minha condição
De me ter na foz achada

Recosto-me junto à janela
Que esta barca não, não tem vela
Nem leme pra navegar sozinha
Vou por meu pé à cidadela
E nas costas carrego a tela onde pintar esta vida minha

Por esta estrada ladeada
De varandas orquestradas
E sardinheiras em flor
A ti te peço direção
Que estas colinas são o chão
Que sustentam o nosso amor

Recosto-me junto à janela
Que esta barca não, não tem vela
Nem leme pra navegar sozinha
Vou por meu pé à cidadela
E nas costas carrego a tela onde pintar esta vida minha

E se for levo uma lapela
Lembrança da minha janela
E dos morros do meu veio
Junto à amoreira em flor de pau
Vou semear o devaneio e fazer a barca virar nau

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